Imported Article – 2026-01-28 07:34:05

Imported Article – 2026-01-28 07:34:05

A primeira-ministra da Dinamarca, Mette Frederiksen, argumentou nesta terça-feira que a segurança da Gronelândia poderia ser garantida por uma presença permanente da NATO, semelhante à observada nos países bálticos, informando que Copenhaga já fez este pedido à Aliança Atlântica.

“O que sugerimos através da NATO é uma presença mais fixo na Gronelândia e nas áreas circundantes”, afirmou, conforme relatado pela agência Ritzau, após uma sessão de fiscalização parlamentar em Copenhaga.

A proposta se inspira nas operações da aliança na região do Mar Báltico, onde tropas da NATO estão permanentemente baseadas na Estónia, Letónia e Lituânia, além de colaborarem na vigilância marítima através da missão denominada “Baltic Sentinel”. “Isso pode ser adaptado para a região ártica”, ponderou Frederiksen.

Em resposta às pressões do Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para a anexação da Gronelândia, o ministro da Defesa dinamarquês, Troels Lund Poulsen, junto com a ministra dos Negócios Estrangeiros da Gronelândia, Vivian Motzfeldt, sugeriu ao secretário-geral da NATO, Mark Rutte, uma missão ao redor do território autônomo do Reino da Dinamarca.

Frederiksen destacou hoje que “houve uma resposta positiva” ao esforço da NATO em fortalecer a segurança.

A primeira-ministra também mencionou as manobras militares conhecidas como “Resistência Ártica,” realizadas pelas forças armadas dinamarquesas na Gronelândia e que contaram com a participação de alguns aliados europeus da NATO, Outros países enviaram militares para explorar possibilidades de cooperação.

No último sábado, Donald Trump declarou sua intenção de impor tarifas (de 10% em fevereiro e de 25% em junho) sobre mercadorias de oito países europeus em razão da resistência ao controle dos Estados Unidos sobre a Gronelândia, incluindo seis Estados-membros da União Europeia (Dinamarca, Suécia, França, Alemanha, Países Baixos e Finlândia) e outros dois (Noruega e Reino Unido).

As tarifas permaneceriam até que um acordo fosse alcançado “para a compra total da Gronelândia” por Washington.

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, opiniões relevantes, reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.

Esta assinatura é uma maneira de apoiar o ECO e seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e confiável.

Newsmatic - News WordPress Theme 2026. Powered By BlazeThemes.
ondaCoimbra.pt
Privacy Overview

This website uses cookies so that we can provide you with the best user experience possible. Cookie information is stored in your browser and performs functions such as recognising you when you return to our website and helping our team to understand which sections of the website you find most interesting and useful.