Daniela Santos, uma das três estreantes convocadas para a seleção nacional feminina, almeja ser uma “inspiração” para todas as meninas açorianas que sonhem em jogar futebol e atingir o mais alto nível.
A defesa-central do Valadares Gaia, de 22 anos, e a média Nádia Bravo, de 21, do Sporting de Braga, conversaram esta quarta-feira com os jornalistas, durante o treino da seleção, na Cidade do Futebol, expressando seu entusiasmo por fazer parte dos trabalhos da equipe de Francisco Neto.
Portugal inicia o processo de apuramento para o Mundial 2027 enfrentando a Finlândia no dia 3 de março, em Vizela, e a Eslováquia, em 7 de março, em Barcelos.
Recepção: “Foi muito bom, todas nos receberam muito bem. Sentimo-nos à vontade e tranquilas, aproveitando o momento, o que foi muito positivo no primeiro contato.”
Importância da formação: “A formação é sempre fundamental, e a renovação da equipe passa um forte sentimento de confiança. É um incentivo para as camadas jovens continuarem a trabalhar e a se destacarem.”
Estreia em convocatórias: “Eu foco muito no dia a dia e no trabalho que realizo. Se surgirem oportunidades, é um reflexo do esforço. É uma grande honra ter a chance de mostrar meu trabalho na seleção, que é um privilégio. Continuarei dando o meu melhor.”
Significado: “Sendo açoriana, sempre foi meu sonho representar a seleção A e Portugal. Estou extremamente feliz, é um grande orgulho e um privilégio estar aqui e, de certa forma, representar os Açores.”
Estreia em convocatórias II: “É um sentimento inexplicável, um choque de felicidade imenso. Não imaginei que estaria aqui alguns anos atrás, e isso é um sonho realizado. Espero que sirva de inspiração para as meninas açorianas, mostrando que tudo é possível com trabalho e dedicação.”
Seleções jovens: “A experiência nas seleções jovens é uma grande vantagem; foi uma base sólida que nos permitiu chegar aqui de forma mais tranquila e amadurecidas.”
Referências: “Eu admiro a Carole [Costa], pois é da minha posição, mas todas elas são inspiradoras. A força e a união que demonstraram são um grande legado, e isso me motiva.”
Valadares, um viveiro de centrais: “Sou sortuda por jogar com centrais de alta qualidade, como Inês [Meninas] e Joana [Silva]. Temos evoluído muito, e isso se deve ao Valadares, que é fundamental. Essa conquista é sempre coletiva; sou muito grata ao Valadares e a todas que contribuíram para chegarmos aqui.”
Receção: “Foi tudo muito bom, e todas nos receberam muito bem. O apoio inicial delas ajudou muito nos treinos, tornando tudo mais fluido e positivo.”
Importância da formação: “Estão a potencializar a formação de forma positiva. Ao chegarmos aqui à seleção A, já estamos mais preparadas e focadas para os jogos e treinos.”
Crescimento meteórico: “Este é meu primeiro ano como profissional. Tudo foi muito novo e rápido, com a Champions e a Taça Europa. Sinto que me afirmei na equipe e isso me trouxe aqui. Melhoramos individualmente e com o apoio das colegas. É sempre bom saber que há competição pelos lugares e que podemos lutar para nos manter.”
Estreia em convocatórias: “Desde pequena sonhei em chegar à seleção A. Trabalhei muito para estar aqui e estou muito feliz, espero continuar neste caminho.”
Referências: “Todas são referências não só pelo que fizeram pelo futebol português, mas também pelo que contribuem diariamente para o futebol feminino. Em particular, admiro Kika Nazareth e Dolores [Silva] por serem jogadoras na posição que me identifico.”
Seleções jovens: “Essa experiência é muito positiva, pois nos permite entender as dinâmicas. Desde cedo, percebemos o que a seleção nacional pretende, o que nos ajuda a chegar aqui mais preparadas, como a Daniela disse.”
Chamada para preparar o futuro: “Neste momento, meu foco é o presente, neste estágio, para melhorar, adaptar-me e mostrar minha qualidade, mas sempre com o objetivo de continuar a trabalhar e, no futuro, ser chamada novamente.”
