A Força Aérea recebeu a autorização do Governo para adquirir serviços de suporte logístico para os sistemas de armas Falcon, com um orçamento que pode chegar a quatro milhões de euros ao longo de dois anos. Este investimento será financiado pelo Orçamento da Força Aérea.
A aprovação deste investimento, referente aos anos de 2026 e 2027, foi concedida em Conselho de Ministros em 29 de dezembro, sendo publicada recentemente no Diário da República.
“No âmbito de sua missão, a Força Aérea conta com uma frota de meios aéreos — Sistemas de Armas Falcon — que asseguram o transporte de entidades oficiais do Estado português, evacuação médica e transporte de órgãos para transplante, sendo fundamental que estejam sempre disponíveis e operacionais para o cumprimento das missões atribuídas, garantindo assim a continuidade das suas operações”, pode-se ler no Diário da República.
“Para cumprir com sua missão, a Força Aérea precisa adquirir serviços de Suporte Logístico para os Sistemas de Armas Falcon, nos anos de 2026 e 2027, conforme o regime de esforço e os níveis de prontidão aprovados, levando em conta as necessidades de manutenção”, é mencionado ainda.
Assim, foi autorizado pelo Governo “à Força Aérea assumir o encargo plurianual e realizar a despesa relacionada à aquisição de Serviços de Suporte Logístico para os Sistemas de Armas Falcon, entre 1 de janeiro de 2026 e 31 de dezembro de 2027, até o montante máximo de 4.065.040,65 euros, acrescido do imposto sobre o valor acrescentado (IVA), à taxa legal em vigor”.
Adicionalmente, os encargos anuais, que também incluem o IVA, “não podem ultrapassar” os 2.032.520,32 euros e serão financiados “com recursos a serem alocados no orçamento da Força Aérea”, para os anos de 2026 e 2027, a partir da fonte de financiamento 311 – Receitas de Impostos não afetas a projetos cofinanciados.
No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.
De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história.
Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.
