Na cerimónia estiveram presentes a ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, o presidente da Câmara Municipal de Coimbra, José Manuel Silva, o vice-reitor da Universidade de Coimbra, Delfim Leão, o diretor do Círculo de Artes Plásticas de Coimbra, Carlos Antunes, e a diretora da Manifesta, Hedwig Fijen.
O evento decorreu no Claustro do Colégio da Graça, localizado na icónica Rua da Sofia, um espaço de grande importância simbólica para o anúncio. A Rua da Sofia, conhecida pela sua herança educacional e cultural, representa os tipos de locais patrimoniais que a Manifesta 17 pretende ativar. A bienal visa repensar o papel destes espaços emblemáticos na vida comunitária contemporânea.
A Manifesta ocorre bienalmente em diversas cidades europeias, explorando as interações entre as práticas artísticas contemporâneas e as condições culturais, urbanas e sociais do local anfitrião.
A edição de 2028 está marcada para Coimbra, como anunciado em agosto, e será realizada em estreita colaboração, de forma inovadora, com a bienal Anozero, que tem sido organizada desde 2015 pelo CAPC, pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Universidade de Coimbra.
