O RNA mais antigo do mundo foi extraído de um mamute-lanoso com 40 mil anos. A persistência do RNA durante mais tempo do que se pensava anteriormente sugere que também pode ser possível sequenciar vírus de RNA, como os da gripe ou dos coronavírus, preservados em restos da Idade do Gelo.
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A pesquisa e os avanços tecnológicos possibilitam novas descobertas sobre a biologia e a preservação de vestígios genéticos antigos. Esses achados podem abrir novas portas para estudos sobre doenças virais e sua evolução ao longo do tempo.
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