Vinte toneladas de maçã vendidas e mais de 30 mil visitantes. É este o balanço da Feira da Maçã de Armamar, concelho que ostenta o título de “Capital da Maçã de Montanha” e, desde 2008, celebra o “extraordinário potencial agrícola” e a identidade deste território. Este evento contribui para a dinamização económica da Região Demarcada do Douro.
“O balanço é extremamente positivo. A Feira da Maçã é uma montra do melhor que Armamar tem para oferecer — o fruto, as pessoas e o território.”, afirma Cláudia Damião, vereadora do município duriense, que organiza o certame juntamente com a Associação de Fruticultores de Armamar.
A Feira de Armamar, que já vai na 18.ª edição, superou as melhores expectativas na edição de 2025, que ocorreu entre 17 e 19 de outubro, diz a vereadora. Este é um evento que já faz parte do calendário regional, com um programa que destaca as jornadas técnicas da Associação de Fruticultores de Armamar, além de momentos de animação e gastronomia.
O balanço é extremamente positivo. A Feira da Maçã é uma montra do melhor que Armamar tem para oferecer — o fruto, as pessoas e o território.
Em pleno Património Mundial pela Unesco, com uma paisagem desenhada por socalcos de vinhas, os agricultores cultivam a maçã de montanha a uma cota entre os 500 e 800 metros de altitude. Este fruto apresenta características únicas que o tornam um chamariz: “um sabor intenso, aroma inconfundível e textura crocante”, descreve o município.
Todos os anos, os pomares de Armamar produzem cerca de 90.000 toneladas de maçã, fruto de um investimento contínuo em inovação agrícola e sustentabilidade, relata a autarquia.
A marca “Armamar, Capital da Maçã de Montanha” posiciona o concelho nos mercados nacional e internacional, contribuindo para a dinamização económica do território localizado no Alto Douro Vinhateiro.
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